Olha que eu mordo!



Há cerca de uma hora atrás arranquei um dente do ciso, faltam 3, o dentista diz que é a primeira vez que vê alguém com 4.
Como podem ver, apesar do quadro clínico, participei numa vigília em defesa de melhores condições de trabalho.

Os sisos (ou terceiros molares) são os últimos dentes a se desenvolverem. O ser humano, em sua maior parte, tem quatro sisos, um em cada canto da boca. Normalmente desenvolvem-se entre os 16 aos 20 anos [1]. Também são chamados popularmente de "Dente do juízo" ou "Dente Queiro".

O dente do siso não está presente em todas as pessoas, algumas vezes porque a pessoa não tem o germe dentário deste dente e outras vezes porque ele não erupcionou por falta de espaço na arcada dental ou por estar na posição "errada" dentro do osso.

Muitas vezes, os dentes do siso ficam presos ou encaixados no osso da maxila ou da mandíbula ou simplesmente não erupcionam. Isto pode causar sobreposição ou deslocamento de outros dentes ou levar ao desenvolvimento de cárie dentária localizada. Os dentes do siso ficam presos no osso do maxilar em posições fora do normal, por vezes na horizontal, o que os impede de saírem de forma normal.
Se o terceiro molar permanecer dentro do osso, ele pode produzir reabsorções de dentes vizinhos, transtornos dolorosos ao paciente e possíveis lesões císticas.

Mas se o dente erupcionar parcialmente, ele pode vir a gerar um quadro infeccioso inflamatório, que é conhecido por pericoronarite, e tal quadro gera muita dor para o paciente, além de inchaço, mau odor e irritação local.

Além de todos estes itens, estes dentes ainda podem ser responsáveis por fortes dores faciais e enxaquecas por comprimir os feixes nervosos, na dependência da sua posição dentro dos ossos maxilares.

Por ser responsável por tantos inconvenientes, estes dentes são geralmente extraídos, mesmo sendo dentes íntegros, ou seja, inteiros e sadios.

Olha eu antes de conhecer o P.Bento


Estava equipado com A.E. de série, trabalhava 14 horas-dia por metade da ração de palha usual noutras espécies mais a sul.
Era e continuo a ser muito robusto, só não sou tão dócil como antes, era costume levar vergastadas e abanar o rabo como quem "Dá mais dá...eu gosto".
Agora pronto sempre dou uns coices de vez em quando, mas o A.E. volta e meia activa-se, vou ter de formatar o CDI e pôr uma panela de escape Racing.
Nunca pensei que o mundo fosse possível sem o A.E. mas agora sim; consigo ver, consigo voar porque estou livre verdadeiramente livre, VIVA o Paulo Bento. A.E. nunca mais na vida.

As terapias de grupo funcionam, inscreve-te enquanto tens tempo, a vida puf é um instântinho quando se dá fé já foi e pra que serviu o A.E.?
Agora vejo 2 tipos de burros, os que sabem que o são; e ...tu que nem isso sabes.

Acidente rodoviário !!!!

Olá eu sou o carlos motorista de transporte publicos há mais de 7 anos na melhor hmm empresa da Europa, leram bem da Europa e arredores.A minha empresa é das mais avançadas tecnológicamente e tem a melhor e mais moderna frota da actualidade com autocarros a gás natural e ar-condicionado há pois é.
Estou nesta profissão por gosto embora haja algumas coisas que podiam melhorar mas pronto.

Ainda hoje aconteceu-me uma que só visto, ia eu a conduzir nas calmas quando de repente o autocarro dá um salto, ouço um estrondo acompanhado de gritos e como felizmente tenho sangue frio controlei o bicho que tentou guinar desenfreadamente.Quando o dominei fui ver o que se passava, dentro da viatura estava uma senhora a queixar-se que o chão se tinha erguido ferindo-a nas pernas as quais apresentavam hematomas feios e o chão estava de facto levantado como se algo quisesse entrar por baixo.Saio fora e apercebo-me do sucedido, ao passar por cima de uma tampa da eletricidade esta partiu-se engatou por baixo do A.C danificando a estrutura e magoando a senhora, de imediato alertei o centro de control solicitando o envio rápido de uma ambulância para a nossa passageira, atitude que foi enaltecida por um outro passageiro dando-me os parabéns pelo meu profissionalismo e empenho na assistência à senhora ferida.

È o que tem este trabalho, nunca sabemos o que nos vai acontecer.

Caminhada a Espinho


Olha eu a trabalhar